sexta-feira, 27 de janeiro de 2012


"Happy New Year"
Demorou, mas voltei !!! Gipsy Life é assim, jamais nos enquadramos ao previsível, principalmente nas festas de final de ano e conseqüentes dias de férias. Dessa vez o giro foi grande, ao ponto de me fazer meditar o quanto estar no meu precioso lar não tem preço. Foram lindos dias desbravando Madri, Paris, Bruxelas, Amsterdã, Berlim, Dresden, Praga, Budapeste e Viena... e a grande surpresa foi descobrir o leste europeu, região que nunca havia explorado antes. Ameiiii !!! É inenarável expressar o valor de uma viagem, quando nem por fotos ou filmagens registramos com exatidão, o prazer em descobrir novos destinos. Quanta coisa linda !!! Quanto sabores e cheiros e histórias e vistas arrebatadoras. Aos poucos, vou deixando as minhas impressões e melhores desfrutes desse roteiro inesquecível : DD

Aproveito para desejar um 2012 maravilhoso, repleto de doçura e realizações à todos os amigos e seguidores do "EntreAspas". Ademais, compartilho uma preciosa crônica do Bruno Astuto, na coluna de 22 de janeiro. Um pouco dramática [admito], mas com o tom realístico ideal para iniciarmos 2012 com o AMOR em pauta principal.

E para mais um ano que se inicia, nunca é demais agradecer a Deus pela dádiva da vida e não hesitar em dizer "Eu Te Amo". Não pense muito, aja. Não deixe pra depois, o que deve ser feito agora. Acredite, você realmente pode se arrepender adiante. Oportunidades são únicas. Momentos que não voltam mais. O tempo é uma raposa, quando você vê ele já te levou tudo.


"If you love somebody, you say it, right then, out loud. Otherwise, the moment just passes you by..." [Cena memorável do filme O Casamento do meu melhor amigo]


SE VOCÊ AMA, POR QUE NÃO DIZ ???
Bruno Astuto [Revista Época]

"Tenho uma amiga que se orgulhava de, em 23 anos de casamento, nunca ter dito “eu te amo” para o marido. Batia no peito como uma vencedora, como o lado vitorioso de um eterno jogo de sedução, em que apenas uma parte cede, e outra capitula. Sua estratégia, garante, deixou-o sempre apaixonado, “no cabresto”. Quando ela o conheceu, disse-me, ele não era o homem sensível que se tornou ao longo de duas décadas, mas um rapaz agitado, que não parava com ninguém. “Eu nunca telefonei para ele para nada”, festejava. “E ele sempre me ligou”.

No fim do ano passado, uma tragédia abateu-se sobre esse casal. O marido teve um ataque cardíaco fulminante e não resistiu. Minha amiga não teve tempo de se despedir, nem mesmo de tentar salvá-lo — foi um enfarto de uma rara violência. O golpe lhe foi fatal; ela o adorava, mas não a ponto de lhe contar que o amava. “Disse por gestos, que, no começo, nunca eram suficientes. Com o tempo, ele passou a entender que não fazia parte da minha natureza dizer isso”.

Numa conversa recente, pedi à viúva que me deixasse publicar seu relato. Ela concordou, porque achava importante dividir com as pessoas a maior dúvida que lhe restou dessa terrível experiência: será que é realmente necessário economizar belas palavras? Quando será que dizê-las não demonstra fraqueza e vulnerabilidade? Por que somos tão pródigos com críticas e reprimendas e tão lacônicos com os momentos de emoção que o outro nos proporciona? Por que temos vergonha de dizer que amamos o marido, a mulher, o pai, a mãe, os irmãos e os amigos? E, se o dissermos, até que ponto não parecemos carentes e pegajosos?

“Antes de me casar, tive vários namoradinhos que sempre reclamaram do meu jeito fechado. Mas era simplesmente impossível para mim dizer o que sentia com tanta facilidade. Fui criada por pais amorosos, mas do jeito deles — era raro quando eles diziam que amavam a mim ou aos meus irmãos. Acho que minha grande influência foi a minha avó, que me dizia para tomar cuidado para não virar peteca na mão dos homens. E eu via o exemplo dos meus irmãos, que se desmanchavam para as meninas e, pelas costas, debochavam porque elas estavam no papo. Elas eram completamente românticos e melosas, e, quanto mais se apegavam, mais eles corriam. Disse pra mim mesma: ‘nenhum homem vai me chamar de melada’. Formei uma casca grossa, e conheci o meu marido.

Éramos amigos de faculdade, mas só começamos a namorar depois. Ele era o que a gente chama de galinha, mas isso era coisa da idade. Com o tempo e alguns perdões depois, engrenamos num relacionamento maravilhoso. Nós nos entendíamos muito bem, ganhamos dinheiro juntos, ele não economizava nas gentilezas. Só eu que não conseguia vencer a barreira de dizer a ele o quanto eu o amava. Nos primeiros anos, ele pedia que eu dissesse as palavras mágicas, mas eu não disse. Quando ele vinha me abraçar, cheio de chamegos, eu respondia: “tá, tá, vou fingir que acredito”, numa postura cínica em relação ao amor dele, o que era injusto, porque ele já tinha me dado várias demonstrações de que era um amor verdadeiro. Acho que eu passei nosso casamento inteiro tentando que ele provasse que me amava de verdade e, a cada prova que ele dava, eu queria outra maior para, enfim, poder dizer o que eu sentia e o que ele queria ouvir. A morte dele foi uma estupidez, ele era novo demais e merecia ter sabido, em bom português, o quanto ele era amado pela sua mulher. Hoje vejo que gestos não bastam; dizer é parte da natureza humana. Vejo pelos meus sobrinhos que os jovens não sabem mais o que é romantismo, que eles se tornaram robôs que encontram e desencontram pessoas na balada e que namorar é um ato banal, de passar um tempo juntos dando beijo na boca”.

Respondi a essa amiga que ela não deveria se culpar; que seu marido, um sujeito mais do que generoso, sabia muito bem o quanto ela o amava, porque era um homem feliz. Mas é fato que existem impulsos que merecem escapar do controle do nosso senso de parcimônia, e que devem, sim, nos subjugar. Qual o problema de nos mostrarmos frágeis de vez em quando? Quem disse que nós só devemos abrir a boca quando tivermos certeza do que sentimos, posto que a certeza muda tanto com o passar do tempo? Num mundo sem toques, olhares e os sons das vozes, de carinhos vazios de Twitter e Facebook, protegidos pela tecla de um computador, o grande desafio do ser humano é ir além do “cutuco” das redes sociais, pegar um carro, enfrentar o trânsito, subir o evelador, tocar a campainha e dizer, sem medo, o que sente. Essa geração, que começou na minha, quando a AIDS explodiu e nós ignorávamos a realidade da doença, aprendeu que é preciso se distanciar para não se envolver. Para ela, o futuro dos Jetsons chegou de fato — não em termos dos carros voadores, mas dos capacetes invisíveis que protegem do contato físico e mantêm as emoções enclausuradas numa sinistra assepsia".

Como dizia o grande Cazuza, eu preciso dizer que te amo. Antes que seja tarde demais.

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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011


"Mesa Exclusiva na Big Apple"
Poucos lugares oferecem a diversidade gastronômica de Nova Iorque, lar de alguns dos maiores chefs do mundo. Se você tem dinheiro para gastar e está interessado em desfrutar os prazeres dos restaurantes mais renomados da Big Apple, não procure mais, pois o "EntreAspas" lhes trás uma compilação atualizadíssima dessas preciosidades. Note: as reservas são necessárias em todos os restaurantes citados - muitos dos quais exigem até um mês ou dois de antecedência.

Portanto, é imprescindível cadastrar-se no OpenTable e garantir reservas exclusivas [baixem o App], além de possibilitá-los conferir os mais “bookados” de NY e tê-los como referência – até porque os updates são fantásticos. Caso prefiram, contatem diretamente os restaurantes e conheçam as suas políticas específicas de reservas. Aos que possuírem cartões American Express, consultar o concierge é a grande e eficaz pedida. Eles fazem verdadeiros milagres.

* Lista quentíssima !!! Podem fechar os olhos e apontar qualquer um dos 20 que não tem erro. O preço sugerido é por pessoa.

01. Masa, Time Warner Center, 10 Columbus Circle, 4th fl. $585
02. Gramercy Tavern, 42 E. 20th St. [btw. Broadway & Park Ave. S.] $114
03. Per Se,Time Warner Center, 10 Columbus Circle, 4th fl. $325
04. Daniel Bouluds, 60 E. 65th St. [btw. Madison & Park Aves.] $137
05. Aquavit, 65 East 55th Street [Park and Madison Avenues] $109
06. Jean Georges, Trump Int. Hotel, 1 Central Park W. [btw. 60th & 61st Sts.] $127
07. L'Atelier de Joël Robuchon, Four Seasons Hotel , 57 E. 57th St. $136
08. Momofuku Ko, 163 First Ave. [btw. 10th & 11th Sts.] $163
09. Brooklyn Fare Kitchen, 200 Schermerhorn St. [Hoyt St.], Brooklyn $241
10. Le Bernardin, 155 W. 51st St. [btw. 6th & 7th Aves.] $146
11. Le Cirque, 151 East 58th Street $185
12. Aureole, Bank of America Tower, 135 W. 42nd St. [btw. Broadway & 6th Ave.] $116
13. One if by Land, Two if by Sea, 17 Barrow St. [btw. 7th Ave. S. & W. 4th St.] $ 111
14. Asiate, Mandarin Hotel, 80 Columbus Circle, 35th fl. [60th St. at Broadway] $111
15. Gilt, NY Palace Hotel, 455 Madison Ave. [btw. 50th & 51st Sts.] $112
16. Adour de Alain Ducasse, St. Regis Hotel, 2 E. 55th St. [btw. 5th & Madison] $120
17. Eleven Madison Park, 11 Madison Ave. [24th St.] $116
18. Corton, 239 W. Broadway [btw. Walker & White Sts.] $117
19. The Modern, Museum of Modern Art, 9 W. 53rd St. [btw. 5th & 6th Aves.] $127
20. River Café, 1 Water St. [btw. Furman & Old Fulton Sts.] Brooklyn $130

* Em contrapartida, segue listinha com 16 restôs descolados em NY, com ótimos preços, comida e ambiente excelentes !!! É importante fazer reserva com antecedência [Open Table]

01. Lavo, 39 E 58th St. [btw. Madison & Park Ave] $50
02. Serafina Broadway, 210 West 55th St. [Broadway w/55th] $30
03. Phillipe, 33 East 60th Street – Upper East Side $50
04. Bistrô Bagatelle, 409 W 13th St – Meatpacking District $50
05. Balthazar, 80 Spring St w/Crosby St. – Soho $41
06. Barolo, 398 West Broadway – Soho $30
07. Bar Pitti, 268 Sixth Ave [w/Bleecker St.] – Village $30
08. Boqueria, 171 Spring St [btw. Thompson & Broadway] – Soho $60
09. Cipriani Downtown, 376 W Broadway [btw Broome St & Spring St] – Soho $40
10. Le Bilboquet, 25 E. 63rd st. [btw. Park e Madison Ave.] – Upper East Side $40
11. Lupa, 170 Thompson Street [btw. Houston St. and Bleecker St.] – Soho/Village $40
12. Morandi, 211 Waverly Place [w/Charles St.] – Village $40
13. Nobu, 40 W 57 th St. – Upper East Side $60
14. Otto Enoteca, 1 Fifth Ave. [w/8th st.] $40
15. Pastis, 9th Ave. W/ 12th st. – Meatpacking District $30
16. Scarpetta
, 355 W. 14 th St. [w/Ninth Ave.], Chelsea. $40

¸.• .¸ ¸.• .¸ ¸.• .¸ Imperdíveis !!! ¸.• .¸ ¸.• .¸ ¸.•

segunda-feira, 21 de novembro de 2011


"Thanksgiving Day & Black Friday"
Quinta-feira dia 24, é o dia de ação de graças nos EUA: “Thanksgiving Day”. Celebrado a cada última Quinta de Novembro, é o segundo feriado mais importante nos Estados Unidos seguido pelo dia 4 de Julho, e o único que os americanos fazem questão de celebrar em família.

O dia posterior ao Thanksgiving é conhecido como “Black Friday” e marca a abertura oficial da época de compras natalícias. Chama-se “Black Friday” porque marca o momento em que as lojas começam a dar lucro. Quando se faz a contabilidade, os prejuízos são escritos a vermelho, e somente no dia seguinte as empresas começam a dar lucros e os números são escritos a preto. Dai a origem da expressão “black” Friday, que costuma ser um dos dias mais movimentados do ano.

Visitar as lojas nos Estados Unidos neste dia é uma verdadeira odisséia consumista em busca de reduções pomposas de até 80% nos preços das mercadorias. O comércio abre cedo, antes das 5 da manhã, e logo filas quilométricas se formam. É hora de esquecer a impaciência, o frio, o tumulto e... comprar como se não houvesse amanhã !!! rsrs

Portanto, se você estiver na terra do Tio Sam nesse momento de "graças", já sabe o que aguardar: lojas com promoções imperdíveis, filas descomunais, ruas lotadas de espectadores da "Thanksgiving Parade" e máxima celebração !!! De resto, muita alegria e compras proveitosas.

Em NYC, a Macy's Thanksgiving Parade é imperdível aos olhos da gente. Celebrando 85 anos de tradição, a parada inicia-se no Central Park West [West side of street from 70th Street to Columbus Circle & east side of street from 70th to 65th], segue pela Columbus Circle [West side of street], 7th Avenue [between 58th & 42nd Streets], 42nd Street [from 7th to 6th Avenues], 6th Avenue [between 42nd & 34th Streets] e acaba na 34th Street [south side of street between Broadway & 7th Avenue]. Quem tiver por lá e quiser conferir, pode ver o mapa AQUI.


¸.• .¸ ¸.• .¸ ¸.• .¸ Time to Celebrate !!! ¸.• .¸ ¸.• .¸ ¸.•

sábado, 19 de novembro de 2011


"O Melhor do Jazz em NYC"
Sem sombra de dúvida, a cidade de Nova York é considerada capital "vitrine" do Jazz. Para os fãs do ritmo improvisado, as escolhas locais parecem não ter fim. Dos refinados clubes no Village, incluindo nomes como Blue Note até os decadentes e vibrantes clubes vintages do Harlem como o Lenox Lounge, você poderá desfrutar vários estilos e ver e ouvir diferentes apresentações na cidade, em uma mesma noite. O "EntreAspas" selecionou alguns dos melhores clubes de Jazz da Big Apple para você que é um entusiasta do gênero. Embarquem numa viagem musical e desfrutem essa listinha [place to place] prazerosamente !!!

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55 Bar - Em funcionamento desde 1919, apresenta alguns dos mais renomados nomes do Jazz e do Blues da atualidade.
Endereço: 55 Christopher Street 7th Avenue
Preço: Consulte o site do 55Bar

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Arthur Stavern NYC - Em Funcionamento desde 1937, apresenta o que tem de melhor em Jazz ao vivo em Nova York.
Endereço: 57 Grove Street
Preço: Consulte no site do Arthur Starvern NYC

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Birdland Jazz - Descrito como a “Esquina do Mundo do Jazz” por Charlie Parker, a casa conta com shows de excelente qualidade.
Endereço: 315 West 44th Street [btwn. 8th and 9th]
Preço: Consulte no site do Bird Land Jazz

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Blue Note Jazz - Um dos mais refinados restaurantes e clubes de Jazz de Nova York, com filiais em Milão, Tokyo e Nagoya. Apresenta novos nomes do Jazz e conta com a benção de nomes como Sarah Vaughn, Lionel Hampton, Dizzy Gillespie, Stanley Turrentine, Oscar Peterson, Ray Brown, and Tito Puente, os quais chamavam o Blue Note Jazz de “minha casa. Não se surpreendam se nomes como Stevie Wonder, Tony Bennett, Liza Minelli, ou Quincy Jones forem chamados para cantar ao vivo no palco, porque eles costumam frequentar a casa e sem aviso dão aquele pocket show.
Endereço: 131 West com 3rd Street e 6th Avenue
Preço: Consulte no site do Blue Note Jazz

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Cleopatras Needle NY - Restaurante e clube, oferece música de qualidade, além de classificar-se entre os 100 melhores clubes de Jazz do mundo.
Endereço: 2485 Broadway, entre a 92nd e a 93rd Sts.
Preço: U$ 10.00 mínimo, ou jantar sem cobrar entrada.
Confira o site do Cleopatras Needle NY

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The Decade Jazz Clube - Um dos poucos clubes de Nova York que pede Dress Code, cocktail ou party dress. Espere ver gente bonita, bem vestida.
Endereço: 1117 1st Avenue com 61th Street
Preço: Consulte o site do Decade

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Smalls Jazz Club - Apresentações de pelo menos 3 bandas diferentes por noites. Único lugar onde você pode trazer sua própria bebida. Quem chega antes das 7:30 no sábado, não paga entrada. Algumas vezes apresenta Myron Walden tocando sax.
Endereço: 183 West 10th Street [7th Avenue]
Preço: 10 dolares
Confira o site do Smalls Jazz Club

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Smoke - Localizado no Harlem, Smoke Jazz e Supper Club Lounge apresenta o que tem de melhor no mundo do Jazz 7 noites por semana. Mesa a luz de vela, cadeiras com assento de veludo, antigos chandeliers [luminárias] e um histórico bar, criam um ambiente onde o Jazz ganha vida. O som acústico e excelente e envolvente. Complementando o som perfeito do Jazz Clássico, o inovativo Bistro serve pratos típicos da culinária americana assinados pela elogiada chefe Patricia Williams. Um encanto para os olhos, ouvidos e o estômago”.
Endereço: 2751 Broadway [106th St]
Preço: 10 dolares
Confira o site do Smoke Jazz Club

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Swing 46 - Aberto 7 noites por semana, com swing dance e com bandas ao vivo, apresenta Blues, com classes de dança às 9:15 todas às noites seguida por música ao vivo. Não permite entrada com jeans ou tênis, requere-se vestimenta cocktail.
Endereço: 349 W. 46th Street [Entre a 8th & 9th Aves.]
Preço: entre 7 e 12 dolares.
Confira o site do Swing 46

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Village Vanguard - O clube Vanguarda abriu as portas em 1935 sendo o clube com uma excelente atmosfera, vibrante e cheio de energia como nos tempos de origem. A orquestra Vanguard Jazz iniciada por Thad Jones e Mel Lewis mais de 33 anos atras, mantem a tradição do local fiel as origens. O pianista Tommy Flanagan fecha a noite com chave de ouro.
Domingo a Quinta-feira: Shows as 9:30pm e 11:30, Sexta e Sabado: Shows 9:30, 11:30, e 1:30.
Endereço: 178 Seventh Ave. [próximo da 11th St.]
Valor: Domingo a Quinta-feira $25.00 na porta [inclui 15 dolares entrada e 10 dolares para 1 drink] - Sexta e Sábado $30.00 na porta [inclui $20.00 entrada e $10.00 drink].


.. °•.. °•.. °•.. °•.. °•. Great Jazzie Night . °•.. °•.. °•.. °•.. °•..

quinta-feira, 17 de novembro de 2011


"Alma Revelada por Steve McCurry"
O Instituto Tomie Ohtake [São Paulo], em parceria com a Galeria de Babel, inaugurou no dia 10 de novembro de 2011, a exposição “Steve McCurry - Alma Revelada”. Em cartaz até 29 de janeiro de 2012, a exposição traz cerca de 100 imagens que passam pelos muitos lugares e cores vivas presentes no trabalho do fotógrafo americano, que traz para o público o registro fotográfico de acontecimentos da atualidade e das belezas naturais e culturais de diversos países, dos ataques terroristas de 11 de setembro, em Nova York, e do último rolo Kodachrome.

Reconhecido universalmente como um dos maiores criadores de imagens da atualidade, o autor da famosa foto da menina Afegã e membro da Magnum Photos desde 1986 conquistou vários entre os mais importantes prêmios da fotografia. McCurry, de acordo com a tradição mais refinada dos documentaristas, captura a essência das lutas e das alegrias humanas.

A exposição reúne alguns dos mais marcantes e reconhecidos grupos de imagens de países como a Índia, Paquistão e Nigéria. Há décadas McCurry percorre lugares incomuns, trazendo consigo imagens cuja solidez narrativa alimenta fantasias, mistérios e deslumbramentos acerca do desconhecido – o “outro” que conhecemos através de jornais, filmes e revistas. Programação cultural imperdível !!!
Steve McCurry – Alma Revelada
De 10 de novembro de 2011 até 29 de janeiro de 2012, de terça a domingo, das 11h às 20h Instituto Tomie Ohtake. Av. Faria Lima, 201 [Entrada pela Rua Coropés] - Pinheiros
Fone: [11] 2245-1900
Entrada Franca

¸.• .¸ ¸.• .¸ ¸.• Galeria de Babel ¸.• .¸ ¸.• .¸ ¸.•